Quarta-feira, Agosto 06, 2003
Gravata? Tô Fora.
Domingo é Dia dos Pais. Pelo menos pra mim vai ser diferente. É legal ter um dia pra comemorar, mas a gente sabe que Dia das Mães e Dia dos Pais é todo dia. Principalmente para aqueles acordam às 6:30h para pegar um engarrafamento em porta da escola. Esse sim é o verdadeiro "dia-a-dia dos pais".
Vou aproveitar a data para lançar uma campanha educativa: "Mamães e filhos, sejam criativos na hora do presente do papai. Nada de meia, lenço ou gravata. Hoje em dia tem tanta coisa legal por aí: DVD, Notebook, Palm, Câmera Digital, Livros, Audi A3... Mas, um cuidado: só não comprem com os nossos cartões".
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Leo Villanova -- 12:43 AM
É verdade... No ritmo em que estamos, cada geração fica mais esperta e mais plugada. Minha irmã, quando tinha 10 anos, mexia no videocassete melhor que meu pai. Aos 13, já usava o computador. E minha filha, que ainda nem nasceu, já tem e-mail. Se quiser mandar um e-mail para Mila, clique aqui.
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Leo Villanova -- 12:34 AM
Mila e Lucas
Minha cunhada Roberta também está grávida e ontem soube que está esperando um menino: Lucas. Mais um primo, além de Pedro e Gustavo, para tomar conta de Mila no Carnaval. Coincidência ou não, são 3 nomes de menino que estão entre os 10 preferidos pelos pais (veja o post abaixo).
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Leo Villanova -- 12:11 AM
Joaõzinho e Maria
A revista Veja do último domingo divulgou uma lista com os 20 nomes preferidos pelos pais na hora de batizar seus filhos. Fizeram uma pesquisa em cartórios de 18 estados e, entre 1º de janeiro de 2002 e 15 de julho de 2003, deu João e Maria. Vejam os nomes que mais se repetiram:
Meninos
1- João
2- José
3- Gabriel
4- Lucas
5- Pedro
6- Matheus
7- Guilherme
8- Luiz
9- Antônio
10- Gustavo
Meninas
1- Maria
2- Ana
3- Julia
4- Beatriz
5- Vitória
6- Larissa
7- Letícia
8 - Gabriela
9- Bruna
10 - Giovanna
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Leo Villanova -- 12:02 AM
Terça-feira, Agosto 05, 2003
Novas pérolas da criançada:
Ilha - É um morro que caiu no mar
Inflação - É uma coisa que come dinheiro.
Hora - A melhor hora da minha escola é a saída.
Dromedário - É um camelo com uma mochila só.
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Leo Villanova -- 11:34 PM
Segunda-feira, Agosto 04, 2003
O "paitrocínio" começa antes do parto.
Neste final de semana, fomos encomendar o resto do enxoval, o kit do berço e a decoração do quarto. Coisas que só os primeiros filhos têm, sabe como é? Empolgação de pais de primeira viagem. Aí você vai colocando isso e aquilo, recorta a página da revista, pede pra fazer igual e quando vê já foram quase mil reais... E se a gente fizesse um quartinho mais simples e aplicasse esse dinheiro na poupança? É melhor não pensar. E a curtição de ser a primeira filha? O primeiro quarto e os primeiros mil reais gastos em enfeites. Agora vale tudo, no segundo filho a gente aprende...
Mas, se a situação apertar, a gente pode fazer o seguinte: vender umas cotas publicitárias para a primeira foto do bebê. Aquela que a gente manda por e-mail para a família toda. O público é dirigido e qualificado. Não é uma boa idéia? Podia ser algo assim:
Dizem que esse aí é verdadeiro José do Patrocínio.
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Leo Villanova -- 3:56 AM
Nova Enquete
A partir de agora vou lançar aqui no blog algumas perguntas com dúvidas que surgem ao longo dessa nossa espera. O tema da vez é velho: Parto Normal X Cesárea. Mas que é sempre bom a gente estar atento, principalmente no nosso caso, marinheiros de primeira barriga. E, no Brasil, o crescente índice de partos cesáreas na rede privada de hospitais nos chama atenção para a refletir: será que é preciso mesmo? Dê a sua opinião.
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Leo Villanova -- 3:52 AM
Profissão: Mãe
Recebi de algumas pessoas, por e-mail, o texto abaixo. É bem legal e faz a gente pensar sobre o trabalho que dá ser mãe (e ser pai também). Com certeza dá muito mais trabalho do que muita profissão por aí. Você faz hora extra o mês inteiro sem direito a fim de semana ou folgas. Mas, em compensação, o salário é ótimo. Acho que paga mais do que qualquer outro. Afinal, como diz o comercial, ver seu filho saudável e feliz não tem preço. Leia o texto:
Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carta de condução. Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão. Ela hesitou, sem saber bem como se classificar. O que eu pergunto é se tem um trabalho, insistiu o funcionário. Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne, "Sou mãe". Nós não consideramos "mãe" um trabalho. "Dona de casa" serve, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante, do gênero 'oficial inquiridor'. "Qual é a sua ocupação?", perguntou. Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Pesquisadora Associada no Campo do Desenvolvimento Infantil e das Relações Humanas". A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial. "Posso perguntar", disse-me ela com novo interesse, "o que faz exatamente nesse campo?" Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me a responder: "Tenho um programa permanente de pesquisa (qualquer mãe o tem), em laboratório e no terreno (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Trabalho para os meus Mestres (toda a família), e já passei quatro provas (todas meninas). Claro que o trabalho é um dos mais exigentes da área das humanidades (alguma mulher discorda?) e freqüentemente trabalho 14 horas por dia (para não dizer 24...). Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta. Quando cheguei a casa, com o troféu da minha nova carreira erguido, fui cumprimentada pelas minhas assistentes de laboratório - de 13, 7 e 3 anos.
Do andar de cima, pude ouvir a minha nova modelo experimental (uma bebé de seis meses) do programa de desenvolvimento infantil, testando uma nova tonalidade da voz. Senti-me triunfante! Tinha conseguido derrotar a burocracia! E fiquei no registro do departamento oficial como alguém mais diferenciado e indispensável à humanidade do que "uma simples mãe!¿ Maternidade... Que carreira gloriosa!
Especialmente quando se tem um título na porta. Assim deviam fazer as avós: "Associada Sênior de Pesquisa no Terreno para o Desenvolvimento Infantil e de Relações Humanas" e as bisavós: "Executiva-associada Sênior de Pesquisa". Eu acho! E também acho que para as tias podia ser "Assistentes associadas de Pesquisa".
Autora desconhecida
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Leo Villanova -- 3:47 AM
Quem toma a criança pela mão, toma a mãe pelo coração.
Provérbio Alemão
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Leo Villanova -- 3:38 AM
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